“O principal impacto do Paulo Gustavo é que para ele não existe a divisão palco e plateia. O espaço cênico é ele e o espectador, grudados, integrados, desdobrados, aqui, todo mundo junto. É uma força cênica avassaladora. É um artista independente, popular, afirmativo, abusado, amado. Galvaniza plateias de 10.000 espectadores com o arraso do seu talento. Paulo Gustavo é um fenômeno a ser estudado” – Fernanda Montenegro

Formado na Casa das Artes de Laranjeiras em 2005, Paulo Gustavo é um ator que se destaca por seus personagens icônicos e humor ágil. Estreou nos palcos em 2004, integrando a peça “O Surto”, comédia de sucesso de público e crítica. Na ocasião, apresentou a divertida Dona Hermínia, que viria a se tornar um dos seus mais notórios personagens.

A estreia no teatro de “Minha Mãe É Uma Peça” em 2006, foi um sucesso, sendo vista por mais de 3 milhões de pessoas pelo Brasil. Dona Hermínia virou filme, e se destacou como uma das maiores bilheterias do cinema nacional. Em 2016, ela voltou as telonas com a sequência “Minha Mãe é uma Peça 2” alcançando mais de 9 milhões de espectadores.

Sucesso nos palcos, na telinha e nas telonas, em seus projetos já fez quatro peças que se destacaram (Minha Mãe é uma Peça, Hiperativo, 220 Volts e On-line), quatro programas de TV (220 Volts – A Série, Vai Que Cola, Paulo Gustavo na Estrada e A Vila), assim como os três longas que foram sucesso de bilheteria (Minha Mãe é Uma Peça 1 e 2 e Os Homens São de Marte… E É Pra Lá que Eu Vou) e mais outras tantas participações especiais. Mas há sempre novidades por vir, tratando do hiperartístico Paulo Gustavo.

2006


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Prêmio Shell

No mesmo ano em que estreia “Minha Mãe É Uma Peça”, Paulo é indicado ao Prêmio Shell de “Melhor Ator”.

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Minha Mãe É Uma Peça

Em 2006 monta sozinho seu próprio espetáculo. O monólogo, concebido e escrito pelo ator, é inspirado na própria mãe, a personagem Dona Hermínia. A peça logo se torna um sucesso e já foi vista por 3 milhões de pessoas.